Arte de Ser Indócil
Saber Ser rir
O rasgo de dente a dente, alto e empoleirado, olha os incomodados! és um crente ou apenas fingidamente, ressalto ele ousado e com malandros. Como os guisos, afastas bruxedo, divirto-me assim, com as amigas, satira e ironia. os finos feitos de farsas, hão de ouvir de mim, sem sossego, Aposento-me como as orquideas, seria uma sifonia. As dores no caixão do coração, de risadas indomáveis por ninguém, Eu que acho piada a tudo! Nem as flores, de salão, me esquecerão, segue as minhas pisadas, porém, Caí tudo na minha calçada! canta otal mudo. Ruído de quem troça com curiosidade, minha felicidade respira mágicamente. Sumido e sem moça, rica Liberdade! Comédia! Que atrocidade, sirva sempre atentamente. Que eterna alma de saber rir, vos abençoe!


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